Energia solar em empresas gera economia e aproxima consumidores

Investimento em fonte renovável contribui para marketing ambiental em negócios de todos os setores

Quando pensamos em qual deve ser a prioridade de investimento em uma empresa a resposta mais natural normalmente está associada a qualidade do produto que ela produz. No entanto, o comportamento cada dia mais exigente do consumidor tem demonstrado que quem planeja crescer e se consolidar no mercado atual precisa ter uma visão ampliada de negócios.

Essa expansão passa não apenas pelo melhoramento dos processos de produção, mas abrange o posicionamento do negócio na esfera social. Políticas verdes, aquelas preocupadas com o impacto ambiental causado pelas indústrias, são capazes de contribuir na preservação ambiental e, em contrapartida, aproximar consumidores exigentes. Nesse sentido, a produção fotovoltaica, ou seja, de energia com sistemas que aproveitam os raios solares, é capaz de agregar valor à marca e atrair a simpatia das pessoas.

O Brasil é um dos países com o maior potencial para geração fotovoltaica em todo o mundo, privilegiado com o clima tropical e meses contínuos de tempo ensolarado. No entanto, a produção nacional ainda é muito distante da realidade de países menores e com menos exposição solar: na dianteira do setor estão Japão, China e Alemanha. Os três atuam hoje em dia com o que há de mais moderno nesta que é a forma de produção de energia em maior desenvolvimento no planeta.

Aqui a expectativa da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) é de que nos próximos anos ocorra um desenvolvimento significativo. O otimismo se sustenta em um levantamento realizado com base na projeção da Empresa de Pesquisa de Energia (EPE) que mostra que nos próximos cinco anos deve haver em todo o território nacional mais de um milhão de sistemas fotovoltaicos em funcionamento. Para 2030 a perspectiva é de que com um investimento médio de R$ 125 bilhões seja possível atingir a marca de 25 gigawatts (GW).

Energia solar alinhada ao marketing verde

Sustentabilidade — Foto: Pexels

Sustentabilidade — Foto: Pexels

A década de 90 sinalizou para uma mudança de comportamento importante dos consumidores mundialmente: a preocupação pela responsabilidade ambiental das empresas. Esse público, por vezes, chega a desembolsar valores maiores para adquirir algo que esteja alinhado com sua ideologia. Esta atitude abre uma oportunidade para as empresas que já buscam este novo alinhamento, trata-se de um marketing ambiental. Uma das vantagens desta postura é que ela atrai quem tem a mesma preocupação ambiental que a empresa, mas não deixa de atender plenamente também os demais públicos que ainda não criaram a mesma consciência ambiental.

Sistemas fotovoltaicos geram economia para a empresa

Desde 2012 é possível que pessoas físicas ou jurídicas produzam a própria eletricidade se forem provenientes de fontes renováveis. A medida está alinhada a uma preocupação mundial com relação ao esgotamento de recursos naturais.

Atualmente no Brasil a maior parte da produção de eletricidade é realizada em usinas hidrelétricas. Apesar de este modelo ter menor impacto ambiental do que a produção de origem nuclear, por exemplo, ela ainda causa alagamento de regiões inteiras, deslocamento de populações ribeirinhas e prejuízos incontáveis para a fauna e flora. Outro problema relacionado à produção hidrelétrica é a estiagem. Com a diminuição expressiva das chuvas nos últimos tempos não há água suficiente para que as usinas funcionem plenamente, isso faz com que o governo tenha que optar por alternativas mais caras e poluentes, como o petróleo e carvão.

A instalação de um sistema de energia solar é algo simples, mas que necessita de planejamento e cautela na escolha da equipe de profissionais correta. Uma empresa especializada será capaz de direcionar qual o melhor tipo de equipamento, tamanho do projeto e área onde a colocação dos painéis deve ser feita para garantir o menor período de sombreamento possível e, por consequência, maior produção. Por gerar eletricidade desde o primeiro mês a economia na fatura junto à distribuidora é percebida rapidamente.

De acordo com a TopSun, empresa catarinense especializada em instalações de energia solar de médio e grande porte, esse valor que deixa de ser pago para a estatal leva entre três e cinco anos para suprir todo o investimento feito no sistema, após esse período o que deixa de ser gasto se transforma em lucro para a empresa que pode investir em outras áreas, otimizando processos, melhorando o produto final e aumentando a competitividade com relação às concorrentes que permanecerão dependentes dos custos do fornecimento da rede.

Há ainda a vantagem para quem produz a própria energia de utilizar a geração excedente como desconto nos meses seguintes ou para abater do consumo de um imóvel secundário. Nessa situação o que foi produzido a mais é vendido para a concessionária e transformado em um crédito para o consumidor válido por cerca de 60 meses.

Outro benefício de um sistema fotovoltaico está na fácil manutenção, que pode ocorrer, em média, uma vez por ano, já que a chuva se encarrega de fazer a limpeza das placas.

TopSun tem mais de dois anos de experiência no mercado de energia solar, que é um mercado novo no Brasil, projetando e instalando sistemas para atender diferentes necessidades, com mais de 400 obras entregues só em Santa Catarina, e em pouco tempo se tornou referência no mercado catarinense. Entre em contato e solicite um orçamento.

Fonte: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/top-sun/top-sun-energia-solar/noticia/2019/05/22/energia-solar-em-empresas-gera-economia-e-aproxima-consumidores.ghtml

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